Flávio não foi absolvido. As provas é que foram anuladas
Para a direita que defende a lei, a diferença importa: a rachadinha caiu por falhas na obtenção das provas, e nenhum juiz julgou se o dinheiro voltava a Flávio.
Terça-feira, 20 de outubro de 2026

Colunista de Contas públicas, Jornal Tiradentes
Talita Vieira é colunista de contas públicas do Tiradentes. Escreve no Tiradentes sobre contas públicas. É formada em jornalismo pela Unicamp, com passagens por redações em Campinas e no eixo Rio–São Paulo. Trabalhou seis anos em jornalismo local antes de ganhar a credencial que tem hoje. Já passou pelas coberturas de cidades, educação e saúde. Defende que toda reportagem tem de caber em uma frase que qualquer vizinho entenda. Os textos de opinião assinados refletem as ideias de quem assina, não necessariamente as da Tiradentes.
Para a direita que defende a lei, a diferença importa: a rachadinha caiu por falhas na obtenção das provas, e nenhum juiz julgou se o dinheiro voltava a Flávio.
Do alerta de R$ 1,2 milhão do Coaf, em 2018, à decisão de Gilmar Mendes, em 2025: os sete anos do caso em que Flávio Bolsonaro foi denunciado e nunca julgado.
Dino disse que os processos estão prontos e que só esperaria o fim da eleição; o plenário deve decidir antes da votação do Orçamento de 2027.
Quem julga as contas dos políticos é escolhido por eles; vagas para carreiras técnicas e sabatinas rigorosas dariam mais independência aos tribunais.
Proposta de 2027 reserva R$ 44,8 bilhões para emendas obrigatórias; dividido em milhares de repasses, o dinheiro escapa de prioridades nacionais.